
Os jornais sempre estiveram presentes em bibliotecas, desde a versão impressa, como também no formato digital. A verdade, é que os jornais tem se reinventado para continuar a fazer parte da vida das pessoas, tornando-se cada vez mais flexíveis a suas necessidades. Um bom exemplo é o Jornal Zero Hora que pertence ao Grupo RBS, possuindo grande circulação na versão impressa, publicada diariamente. Como também grande quantidade de acesso, disponível na versão on-line, onde as informações são atualizadas a todo o momento. 
Ambas as versões são bem elaboradas e possuem uma interface amigável e interessante, além é claro, de informações de qualidade, atualizadas, pertinentes e verossímeis. Contando ainda, com o apoio de ótimos colunistas, elementos esses que fazem da Zero Hora uma importante fonte de informação e entretenimento.
Acredito que a principal diferença entre os formatos_ impresso e digital, seja caracterizada pela linearidade da leitura. Na versão impressa a leitura é feita em um fluxo único, do princípio ao fim de um artigo, já as informações no formato on-line possuem informações linkadas, vídeos, ou seja, maiores opções de hipermídia, que facilitam e proporcionam uma navegação entre os assuntos, formando um processo mais livre de acesso à informação. Mas mesmo na opção on-line é possível fazer a visualização do exemplar no formato impresso, e com ajuda das tecnologias podemos inclusive “folhear” as páginas de um jornal.
O uso dos jornais em bibliotecas vai depender do contexto em que cada unidade de informação está inserida, e depender diretamente do perfil do usuário dessa biblioteca. Para que de acordo com o perfil dos usuários da unidade de informação o bibliotecário possa traçar estratégias que visem à otimização dos serviços e produtos oferecidos pela organização, e condicionar esses produtos de maneira que desperte o interesse dos usuários. Os jornais possuem uma gama muito diversificada de assuntos, é um mix de tudo em um único lugar, é justamente nessa perspectiva que as bibliotecas, principalmente as escolares e as públicas devem manter seus olhares, oferecendo serviços diversificados. Pensando em como funcionam os jornais, as unidades de informação poderiam estruturar um mural temático, um tipo de portal informativo, com informações básicas e generalistas, mas também alguns tópicos temáticos de acordo com as principais notícias que ocorrem no mundo. E, a partir da interação direta do usuário passar a organizar eventos, e assim tornar a biblioteca mais presente e atuante na vida de seus usuários. A biblioteca precisa se reinventar também, assim como os jornais, mudar de cara, tornar-se mais alegre e convidativa, e pulsar vida, para não perder seus usuários e conquistar outros tantos..

Ambas as versões são bem elaboradas e possuem uma interface amigável e interessante, além é claro, de informações de qualidade, atualizadas, pertinentes e verossímeis. Contando ainda, com o apoio de ótimos colunistas, elementos esses que fazem da Zero Hora uma importante fonte de informação e entretenimento.
Acredito que a principal diferença entre os formatos_ impresso e digital, seja caracterizada pela linearidade da leitura. Na versão impressa a leitura é feita em um fluxo único, do princípio ao fim de um artigo, já as informações no formato on-line possuem informações linkadas, vídeos, ou seja, maiores opções de hipermídia, que facilitam e proporcionam uma navegação entre os assuntos, formando um processo mais livre de acesso à informação. Mas mesmo na opção on-line é possível fazer a visualização do exemplar no formato impresso, e com ajuda das tecnologias podemos inclusive “folhear” as páginas de um jornal.
O uso dos jornais em bibliotecas vai depender do contexto em que cada unidade de informação está inserida, e depender diretamente do perfil do usuário dessa biblioteca. Para que de acordo com o perfil dos usuários da unidade de informação o bibliotecário possa traçar estratégias que visem à otimização dos serviços e produtos oferecidos pela organização, e condicionar esses produtos de maneira que desperte o interesse dos usuários. Os jornais possuem uma gama muito diversificada de assuntos, é um mix de tudo em um único lugar, é justamente nessa perspectiva que as bibliotecas, principalmente as escolares e as públicas devem manter seus olhares, oferecendo serviços diversificados. Pensando em como funcionam os jornais, as unidades de informação poderiam estruturar um mural temático, um tipo de portal informativo, com informações básicas e generalistas, mas também alguns tópicos temáticos de acordo com as principais notícias que ocorrem no mundo. E, a partir da interação direta do usuário passar a organizar eventos, e assim tornar a biblioteca mais presente e atuante na vida de seus usuários. A biblioteca precisa se reinventar também, assim como os jornais, mudar de cara, tornar-se mais alegre e convidativa, e pulsar vida, para não perder seus usuários e conquistar outros tantos..

Ótima reflexão.
ResponderExcluirAs mudanças do meio, refletidas pelas novas necessidades do público devem ser constantemente pensadas.
A cada dia percebemos que os serviços de informação ampliam possibilidades de disseminação rumo à convergência e a diversificação de formatos. Ótima postagem!