O uso das tecnologias propiciaram muitas mudanças em nossas vidas, a informatizaçã
o dos dados e informações é uma realidade, e cada vez mais faz parte de nossas vidas. Essa informatização tomou conta de diferentes áreas e espaços, e como não poderia ser diferente contemplou os museus.
O que antes não passaria de ficção científica tornou-se realidade e possibilita a visita em museus em qualquer parte do mundo, em qualquer horário. Basta que para isso os museus estejam presentes no ciberespaço, e o usuário/visitante tenha acesso à internet.
Entretanto, muitos museus não usufruem das tecnologias como poderiam e limitam seus sites a páginas informativas, com informações básicas em relação ao museu e acervo, nos casos de museus que estão presentes tanto na forma física como na virtual. Mas há aqueles que vão além, e oferecem ao visitante muito mais que meras informações, oferecem experiências, possibilitando a visita no museu e apreciação do acervo, alguns disponibilizam o acervo de tal forma que desenvolvemos autonomia suficiente para conhecer o acervo e acessar as informações relativas à determinada obra.
A disp
onibilização e disseminação da informação são inquestionáveis, os webmuseus oferecem aos seus usuários a possibilidade de conhecer obras de arte, artistas e histórias sem sair de casa, propiciando total acessibilidade as pessoas. É evidente que a visita virtual não substitui o prazer da experiência física, mas pelo menos não limita a vivência, pois mesmo sem ter a oportunidade, ou pelo menos, enquanto se espera por elas, pode-se conhecer e interagir com a arte, pois a cultura deixou de ser tão estigmatizada e tornou-se um bem de consumo. A visita a um museu virtual é uma experiência extremamente democrática, pois está disponível a todos, bastando apenas que se tenha curiosidade, vontade e, sobretudo acesso a internet.
Os Webmuseus estão mais acessíveis, ficam mais perto, com a distância de apenas um click, e enquanto não se pode visitá-los pessoalmente, pode-se conhecê-los através da internet.
Dentre alguns webmuseus o que mais gostei foi o Museu Virtual do Iraque, disponível em: http://www.virtualmuseumiraq.cnr.it/homeENG.htm. A minha escolha foi motivada pela apresentação do museu, o acesso às obras, pela contextualização histórica, pelo zelo ao identificar cada peça e fornecer informações interessantes, assim como vídeos que explicam e remontam toda a história mantida em pequenos fragmentos, que possibilitam a compreensão e visualização do todo. Somos feitos de histórias..
o dos dados e informações é uma realidade, e cada vez mais faz parte de nossas vidas. Essa informatização tomou conta de diferentes áreas e espaços, e como não poderia ser diferente contemplou os museus.O que antes não passaria de ficção científica tornou-se realidade e possibilita a visita em museus em qualquer parte do mundo, em qualquer horário. Basta que para isso os museus estejam presentes no ciberespaço, e o usuário/visitante tenha acesso à internet.
Entretanto, muitos museus não usufruem das tecnologias como poderiam e limitam seus sites a páginas informativas, com informações básicas em relação ao museu e acervo, nos casos de museus que estão presentes tanto na forma física como na virtual. Mas há aqueles que vão além, e oferecem ao visitante muito mais que meras informações, oferecem experiências, possibilitando a visita no museu e apreciação do acervo, alguns disponibilizam o acervo de tal forma que desenvolvemos autonomia suficiente para conhecer o acervo e acessar as informações relativas à determinada obra.
A disp
onibilização e disseminação da informação são inquestionáveis, os webmuseus oferecem aos seus usuários a possibilidade de conhecer obras de arte, artistas e histórias sem sair de casa, propiciando total acessibilidade as pessoas. É evidente que a visita virtual não substitui o prazer da experiência física, mas pelo menos não limita a vivência, pois mesmo sem ter a oportunidade, ou pelo menos, enquanto se espera por elas, pode-se conhecer e interagir com a arte, pois a cultura deixou de ser tão estigmatizada e tornou-se um bem de consumo. A visita a um museu virtual é uma experiência extremamente democrática, pois está disponível a todos, bastando apenas que se tenha curiosidade, vontade e, sobretudo acesso a internet.Os Webmuseus estão mais acessíveis, ficam mais perto, com a distância de apenas um click, e enquanto não se pode visitá-los pessoalmente, pode-se conhecê-los através da internet.
Dentre alguns webmuseus o que mais gostei foi o Museu Virtual do Iraque, disponível em: http://www.virtualmuseumiraq.cnr.it/homeENG.htm. A minha escolha foi motivada pela apresentação do museu, o acesso às obras, pela contextualização histórica, pelo zelo ao identificar cada peça e fornecer informações interessantes, assim como vídeos que explicam e remontam toda a história mantida em pequenos fragmentos, que possibilitam a compreensão e visualização do todo. Somos feitos de histórias..
Ivelize!
ResponderExcluirA cidadania também pode ocorrer pela virtualização. Concordo, mas na tua opinião, a virtualização também não segmenta?
Ótima postagem.
Sim, acredito que sim, pois ao mesmo tempo em que a internet democratiza, ela também exclui. Já q há uma parcela bastante grande de pessoas que não tem acesso a internet, ou nem mesmo sabem como utilizar as ferramentas.
ResponderExcluirAlém da segmentação que ocorre dentro do próprio ambiente virtual, caracterizando-se pelas necessecidades e interesses pessoais de cada usuário.
Ive