segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A Informação em Unidades de Informação


No decorrer desse semestre muitos artigos e textos foram lidos, imagens e vídeos foram vistos, com a proposta de elaboração e atualização do blog, afim de que esse contemplasse os assuntos abordados na disciplina. Com tudo o que foi estudado, acredito que uma das palavras que centralize as idéias principais seja _ INOVAÇÃO. Isso devido à necessidade cada vez mais crescente de adaptação e atualização da biblioteca junto ao novo cenário informacional que estamos vivendo.
O uso das tecnologias e ferramentas tecnológicas para modernização e adequação das bibliotecas pode e deve ser cada vez mais explorada, e cabe ao profissional bibliotecário que esteja envolvido na gestão da unidade, atualizá-la e fazer com que a biblioteca exista na vida de seus usuários, de maneira mais significativa e atuante.
A internet mudou a forma de acesso à informação, e os bibliotecários não podem ir contra essa demanda de acesso e busca, e sim, adequar-se a essa nova realidade, mantendo seus usuários e conquistando outros tantos.
Com o rompimento de barreiras como o tempo e o espaço a biblioteca, pode exercer um papel cada vez mais significativo. Devendo aproveitar todas essas facilidades e mostrar-se para o mundo, apresentar-se no ciberespaço divulgando seus produtos e serviços para as comunidades, atuando na captação de usuários da biblioteca, seja na forma presencial, virtualmente, ou em ambas.
O uso de blogs, fotologs, videolog e twitter por parte das bibliotecas é uma importante estratégia de comunicação e interação com os usuários, a sua manutenção é simples e dinâmica, além de propiciar a coleta de informações que auxiliem o estudo de usuários da unidade de informação, estabelecendo parâmetros para a adequação às necessidades informacionais dos usuários.
Sem dúvida muitos são os recursos que podem ser utilizados, cabe apenas ao bibliotecário escolhê-lo e utilizá-lo na disseminação, uso e recuperação da informação.

domingo, 22 de novembro de 2009

Construção do Conhecimento






O uso das tecnologias propiciaram uma nova realidade constituindo o ciberespaço, um ambiente virtual onde pessoas de todas as partes do mundo acessam, criam, compartilham e disseminam informação, independente do seu formato, podendo ser em forma de texto, imagem, som ou a combinação entre eles.
A comunicação entre as pessoas tomou proporções ilimitadas e com isso, viabilizou a construção da informação, e consequentemente do conhecimento através das redes sociais. As redes sociais são formadas pelos resultados das interligações formadas entre usuários que compartilham os mesmos interesses. Comunidades virtuais são criadas a partir de interesses em comum entre usuários, que passam a comunicar-se através de redes sociais como o facebook, Mysapce e Orkut, entre outros.
A adesão a essas comunidades virtuais é cada vez mais frequente devido à necessidade que todo ser humano tem de sentir-se incluído em um grupo, onde pessoas identificam-se entre si, por gostar das mesmas coisas, e ter afinidades e interesses em comum. Os interesses que mantém as pessoas conectadas são motivadas pela conexão de diferentes olhares acerca do pensar sobre um determinado assunto. Fazendo com que se crie e desenvolva discussões em torno de um tema, como acontece com os fóruns de discussão, onde tem-se a possibilidade de expor seus pensamentos e agregar mais informações ao que já se sabe com a colaboração dos membros da comunidade.
As comunidades virtuais podem existem com os mais diversificados propósitos, mas dentre eles o desenvolvimento do conhecimento científico, torna-se o mais produtivo, unindo profissionais, pesquisadores com o propósito de gerar conhecimento e compartilha-lo com os demais.
Uma área da Ciência da Informação _ a Bibliometria_ destina-se a mensuração e análise quantitativa através de dados estatísticos da produção científica sob determinados aspectos, sendo avaliados a partir de indicadores de produção, e um desses indicadores está relacionado diretamente à colaboração entre pesquisadores, instituições e países, constituindo assim importantes redes de colaboração para o desenvolvimento do conhecimento científico.

sábado, 14 de novembro de 2009

Webmuseus

O uso das tecnologias propiciaram muitas mudanças em nossas vidas, a informatização dos dados e informações é uma realidade, e cada vez mais faz parte de nossas vidas. Essa informatização tomou conta de diferentes áreas e espaços, e como não poderia ser diferente contemplou os museus.
O que antes não passaria de ficção científica tornou-se realidade e possibilita a visita em museus em qualquer parte do mundo, em qualquer horário. Basta que para isso os museus estejam presentes no ciberespaço, e o usuário/visitante tenha acesso à internet.
Entretanto, muitos museus não usufruem das tecnologias como poderiam e limitam seus sites a páginas informativas, com informações básicas em relação ao museu e acervo, nos casos de museus que estão presentes tanto na forma física como na virtual. Mas há aqueles que vão além, e oferecem ao visitante muito mais que meras informações, oferecem experiências, possibilitando a visita no museu e apreciação do acervo, alguns disponibilizam o acervo de tal forma que desenvolvemos autonomia suficiente para conhecer o acervo e acessar as informações relativas à determinada obra.
A disponibilização e disseminação da informação são inquestionáveis, os webmuseus oferecem aos seus usuários a possibilidade de conhecer obras de arte, artistas e histórias sem sair de casa, propiciando total acessibilidade as pessoas. É evidente que a visita virtual não substitui o prazer da experiência física, mas pelo menos não limita a vivência, pois mesmo sem ter a oportunidade, ou pelo menos, enquanto se espera por elas, pode-se conhecer e interagir com a arte, pois a cultura deixou de ser tão estigmatizada e tornou-se um bem de consumo. A visita a um museu virtual é uma experiência extremamente democrática, pois está disponível a todos, bastando apenas que se tenha curiosidade, vontade e, sobretudo acesso a internet.
Os Webmuseus estão mais acessíveis, ficam mais perto, com a distância de apenas um click, e enquanto não se pode visitá-los pessoalmente, pode-se conhecê-los através da internet.
Dentre alguns webmuseus o que mais gostei foi o Museu Virtual do Iraque, disponível em: http://www.virtualmuseumiraq.cnr.it/homeENG.htm. A minha escolha foi motivada pela apresentação do museu, o acesso às obras, pela contextualização histórica, pelo zelo ao identificar cada peça e fornecer informações interessantes, assim como vídeos que explicam e remontam toda a história mantida em pequenos fragmentos, que possibilitam a compreensão e visualização do todo. Somos feitos de histórias..

sábado, 7 de novembro de 2009

Inovação: uma necessidade..






Os jornais sempre estiveram presentes em bibliotecas, desde a versão impressa, como também no formato digital. A verdade, é que os jornais tem se reinventado para continuar a fazer parte da vida das pessoas, tornando-se cada vez mais flexíveis a suas necessidades. Um bom exemplo é o Jornal Zero Hora que pertence ao Grupo RBS, possuindo grande circulação na versão impressa, publicada diariamente. Como também grande quantidade de acesso, disponível na versão on-line, onde as informações são atualizadas a todo o momento.
Ambas as versões são bem elaboradas e possuem uma interface amigável e interessante, além é claro, de informações de qualidade, atualizadas, pertinentes e verossímeis. Contando ainda, com o apoio de ótimos colunistas, elementos esses que fazem da Zero Hora uma importante fonte de informação e entretenimento.
Acredito que a principal diferença entre os formatos_ impresso e digital, seja caracterizada pela linearidade da leitura. Na versão impressa a leitura é feita em um fluxo único, do princípio ao fim de um artigo, já as informações no formato on-line possuem informações linkadas, vídeos, ou seja, maiores opções de hipermídia, que facilitam e proporcionam uma navegação entre os assuntos, formando um processo mais livre de acesso à informação. Mas mesmo na opção on-line é possível fazer a visualização do exemplar no formato impresso, e com ajuda das tecnologias podemos inclusive “folhear” as páginas de um jornal.
O uso dos jornais em bibliotecas vai depender do contexto em que cada unidade de informação está inserida, e depender diretamente do perfil do usuário dessa biblioteca. Para que de acordo com o perfil dos usuários da unidade de informação o bibliotecário possa traçar estratégias que visem à otimização dos serviços e produtos oferecidos pela organização, e condicionar esses produtos de maneira que desperte o interesse dos usuários. Os jornais possuem uma gama muito diversificada de assuntos, é um mix de tudo em um único lugar, é justamente nessa perspectiva que as bibliotecas, principalmente as escolares e as públicas devem manter seus olhares, oferecendo serviços diversificados. Pensando em como funcionam os jornais, as unidades de informação poderiam estruturar um mural temático, um tipo de portal informativo, com informações básicas e generalistas, mas também alguns tópicos temáticos de acordo com as principais notícias que ocorrem no mundo. E, a partir da interação direta do usuário passar a organizar eventos, e assim tornar a biblioteca mais presente e atuante na vida de seus usuários. A biblioteca precisa se reinventar também, assim como os jornais, mudar de cara, tornar-se mais alegre e convidativa, e pulsar vida, para não perder seus usuários e conquistar outros tantos..